Pedro Veriano, a luz que fez brilhar a sala escura – FICCA lamenta sua partida
- Francisco Weyl
- 25 de fev.
- 1 min de leitura
Belém amanheceu mais silenciosa no dia 7 de Janeiro de 2025. A sala escura do cinema perdeu um de seus maiores admiradores, e a cidade, um dos seus filhos mais ilustres. Pedro Veriano, crítico, cinéfilo, escritor e guardião da memória cultural, despediu-se, deixando um vazio que nenhuma película poderá preencher.
Nos frames da vida, Pedro foi farol, iluminando gerações com sua paixão pelo cinema. Sua voz, firme e amorosa, ecoava nas discussões sobre a sétima arte, tecendo críticas que analisavam, ensinavam e inspiravam. Seus escritos eram como roteiros de uma sensibilidade profunda, um convite para enxergar além das imagens projetadas na tela.
Hoje, seu nome se inscreve na eternidade, como um personagem fundamental na história cultural de Belém, como alguém que transformou seu amor pela arte em um legado inestimável.
À família, amigos e à comunidade artística e cultural, estendemos nosso abraço solidário. Que o brilho de sua memória continue iluminando os caminhos de quem sonha, cria e acredita na arte como força transformadora.
Pedro Veriano agora repousa em outro plano, onde talvez projete estrelas e converse com os grandes mestres do cinema. Por aqui, permanecerá vivo em cada sala escura, em cada aplauso ao final de um filme, em cada coração que pulsa pela arte.
Que descanse em paz.
FICCA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO CAETÉ lamenta

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